Ponte Medieval de Barcelos

 

 

Liga as margens do Rio Cávado, entre Barcelinhos (sul) e Barcelos (norte), sendo uma construção de estilo gótico, do início do século XIV.

Paço dos Condes de Barcelos

 

 

Localizado numa colina, de frente para a Ponte Medieval, este paço, com traços característicos de finais da Idade Média, foi mandado construir por D. Afonso, 8º Conde de Barcelos e 1º Duque de Bragança. Este espaço alberga o Museu Arqueológico e no interior das suas muralhas encontra-se a sede desta União das Freguesias

Cruzeiro do Galo

 

 

Parte integrante do Museu Arqueológico, este cruzeiro é alusivo aos milagres de São Tiago e do enforcado, a conhecida “Lenda do Galo”.

Conhecido, igualmente, por “Picota”, é uma construção ao estilo gótico final, datada de finais do século XV, início do século XVI.

Igreja Matriz de Barcelos

 

 

 

    D. Pedro, o 3º Conde de Barcelos, ordenou a sua construção, que se iniciou em meados do século XIV, em estilo de transição do românico para o gótico. No entanto, sofreu transformações ao longo dos tempos.

Muralha

Da primitiva muralha resistem, apenas, alguns vestígios, nomeadamente na frente ribeirinha e na Rua Faria Barbosa. Foi mandada construir no século XV, por D. Afonso, 8º Conde de Barcelos.

Solar dos Pinheiros

Edifício de propriedade privada, datado de 1448, construído com elementos de características manuelinas.

Paços do Concelho

Este edifício é resultado de anexações, acrescentos e reformas, tendo por base os velhos Paços do Concelho. Junta o antigo Hospital do Espírito Santo à antiga Capela de Santa Maria, ambos do século XIV, à Torre e à Casa da Câmara, do século XV, e à Igreja da Misericórdia, do século XVI.

Monumento a D. António Barroso

Foi inaugurado em 1931, sendo uma obra do Arquiteto Marques da Silva e do escultor Sousa Caldas.

Museu de Olaria

Instalado numa casa do século XIX – a casa dos Mendanhas Benevides Cyrne –, este museu conta com imensas peças e variadas exposições e atividades, em redor da temática da olaria.

Casa do Condestável D. Nuno Álvares Pereira

Casa de construção medieval, datada do século XV, onde terá vivido o 2º Condestável de Portugal, D. Nuno Álvares Pereira. Canonizado em 2009, pelo Papa Bento XVI, tornando-se São Nuno de Santa Maria, tem uma estátua em sua honra, entre as traseiras desta casa e a Igreja Matriz.

Largo do Apoio

De acordo com os escritos, este poderá ter sido o primeiro largo do burgo, relembrando as construções medievais de Barcelos. Nele encontra-se um Chafariz (1621), atribuído a João Lopes e, em seu redor, a Casa do Alferes Barcelense, a Casa dos Carmonas e a Casa do Condestável D. Nuno Álvares Pereira.

Teatro Gil Vicente

Este é um edifício com uma fachada de estilo neoclássico revivalista, datado do final do século XIX.

Rua D. António Barroso

(Rua Direita)

É uma das mais antigas artérias do centro histórico e uma das mais “fervilhantes” zonas comerciais da cidade. Nela pode-se apreciar vários edifícios de grande interesse arquitetónico.

Biblioteca Municipal

Está implementada na Casa dos Machados da Maia, que é datada do século XVI.

Torre da Porta Nova

Integrava a muralha do século XV e funcionou como cadeia entre o século XVII e 1932. No seu interior pode-se visitar várias exposições que estão lá patentes ao longo do ano. É, igualmente, um excelente miradouro para parte da cidade e nela funciona o Centro de Interpretação da Cidade do Galo.

Chafariz do Largo da Porta Nova

Localizado no Largo com o mesmo nome, é uma construção em granito, datada de meados do século XVIII.

Jardim das Barrocas

Este é o nome mais “popular” deste belo local, onde os seus jardins são dignos de visita. Conhecido, também, por Passeio dos Assentos ou das obras, foi construído no século XVIII, em estilo rococó provincial.

Templo do Bom Jesus da Cruz

 

 

Edifício imponente e religioso que marca quem visita Barcelos. É o ponto central da tradicional e afamada Festa das Cruzes. Este templo abriu ao público em 1710, estando a sua origem relacionada com o milagroso aparecimento, em 1504, de uma cruz de terra negra no chão barrento de um sobreiral, atual Campo da Feira.

Edifício da Misericórdia

Foi, outrora, Convento dos Capuchos, passando para a Santa Casa da Misericórdia em 1836. Alguns anos após esta passagem, um incêndio destruiu parte do recheio barroco da sua igreja. No edifício pode-se admirar uma imagem de Santa Maria, datada do século XVI.

Igreja de Nª Sr.ª do Terço

Parte integrante do antigo convento de freiras beneditinas, este edifício é datado do século XVIII. O belo interior é digno de uma visita.

Campo da República

Também conhecido como Campo da Feira, aqui tem lugar, todas as quintas-feiras, a tradicional feira, que se realiza desde os tempos idos de 1412.

Chafariz do Campo da Feira

É uma obra de João Lopes, datada do século XVII.

Capela de S. José

Pequena capela situada no Largo Camilo Castelo Branco, datada do século XVIII.